A popularidade da corrida de rua continua em alta entre quem busca uma rotina ativa, porém o aumento de adeptos não significa abandono das academias. A avaliação é do personal trainer Lincoln Cavalcante, que vê uma “soma” de modalidades em vez de migração.
Segundo o profissional, a corrida se firmou pela praticidade de ser feita ao ar livre, dispensar equipamentos e contar com aplicativos que exibem resultados em tempo real. “As academias seguem crescendo em número de alunos e faturamento; o que mudou foi o hábito: agora as pessoas combinam atividades”, afirma.
Benefícios diferentes e complementares
De acordo com Cavalcante, a corrida favorece o condicionamento cardiovascular e ajuda a aliviar o estresse, mas apresenta limites quando o objetivo é ganho de força ou massa muscular. Nessa lacuna, entra a musculação, responsável por fortalecer músculos, melhorar a composição corporal e proteger contra lesões.
“A corrida e a musculação não competem, se completam”, resume o personal. Ele alerta que corredores que dispensam exercícios de força ficam mais vulneráveis a desequilíbrios musculares e lesões por impacto repetitivo.
Orientação profissional em alta
O crescimento do número de corredores também impulsiona a busca por assessorias esportivas. Com acompanhamento técnico, os praticantes focam na prevenção de lesões, na melhoria de performance e no aspecto social dos grupos de treino. Para Cavalcante, o novo perfil valoriza saúde mental, constância e programas personalizados, cenário que fortalece a figura do treinador.
Imagem: Adobe Stock
Para o especialista, a estratégia mais completa continua sendo a combinação entre corrida e musculação, reunindo condicionamento cardiovascular, ganho de força e menor risco de lesões.
Com informações de Webrun



