À medida que 2025 se aproxima do encerramento, o portal Webrun chama a atenção para a importância de observar como cada pessoa habitou o próprio corpo ao longo do ano. O texto ressalta que, enquanto o calendário muda, o organismo acumula tensões, respirações superficiais e movimentos repetitivos executados sem consciência.
O material destaca sinais corporais frequentes — como rigidez logo ao despertar, dores sem causa aparente, cansaço que persiste mesmo após o descanso e falta de ar em atividades simples — e lembra que esses indícios não devem ser vistos como falhas, mas como mensagens do próprio corpo.
De acordo com o conteúdo publicado, a ciência do movimento aponta que:
- Corpos focados apenas em performance, sem momentos de regulação, tendem a adoecer;
- Padrões repetidos sem variação sobrecarregam músculos e articulações;
- Desconsiderar a respiração e o sistema nervoso reduz eficiência e prazer na prática de exercícios.
Em vez de estabelecer metas quantitativas para o próximo ciclo, o texto sugere reconsiderar a relação com o corpo, priorizando intenção, escuta e respeito aos limites que mudam ao longo da vida. O Webrun conclui que cuidados simples — mais mobilidade que rigidez, mais respiração que tensão e mais presença que pressa — podem sustentar a saúde física no futuro.
Imagem: Internet
Com informações de Webrun



