A busca por energia estável durante treinos e provas de longa distância tem levado corredores a incluírem a palatinose na rotina alimentar. O carboidrato de digestão lenta libera glicose gradualmente na corrente sanguínea, evitando picos e quedas bruscas que podem comprometer o rendimento.
Liberação gradual melhora o desempenho
Por ser absorvida de forma mais lenta que os açúcares simples, a palatinose mantém os níveis de glicose por mais tempo. Esse efeito reduz o risco de hipoglicemia, ajuda a controlar a fadiga e favorece o uso de gordura como combustível, o que preserva o glicogênio muscular e pode sustentar o ritmo em treinos prolongados.
Menor desconforto gastrointestinal
Atletas que sofrem com distensão abdominal ou oscilações digestivas ao consumir carboidratos comuns relatam melhor tolerância à palatinose. A absorção mais lenta tende a diminuir desconfortos durante a corrida.
Quando e quanto consumir
Especialistas indicam ingerir a substância de 30 a 60 minutos antes da atividade, diluída em água. As doses mais utilizadas variam entre 20 g e 40 g, ajustadas conforme duração e intensidade do treino. Em sessões muito longas ou provas de endurance, o produto pode ser combinado a pequenas porções de carboidratos de absorção rápida para garantir energia imediata e prolongada.
Imagem: Adobe Stock
Embora não substitua uma alimentação equilibrada, a palatinose surge como ferramenta estratégica para atletas que buscam manter desempenho consistente sem depender de picos de açúcar.
Com informações de Webrun



