O zinco tem papel decisivo na manutenção de um sistema imunológico eficiente, segundo especialistas em nutrição e imunologia. A deficiência do mineral está associada a maior suscetibilidade a infecções, alterações na barreira cutânea e desequilíbrios na produção de células de defesa.
Como o zinco atua no corpo
Presente em processos de crescimento, proliferação e diferenciação celular, o zinco regula múltiplas vias fisiológicas do sistema imune. Níveis inadequados comprometem a integridade da pele — primeira barreira contra microrganismos — e afetam o funcionamento de leucócitos, macrófagos, linfócitos e células natural killer. Baixa concentração do nutriente também pode estimular a produção excessiva de citocinas pró-inflamatórias.
Impacto durante a gestação
No último trimestre da gravidez, o mineral influencia a transferência de anticorpos da mãe para o feto. Sem essa passagem, o recém-nascido pode apresentar imunidade reduzida e desenvolver um sistema de defesa menos eficiente ao longo da vida.
Quantidade recomendada
A ingestão diária indicada para adultos a partir de 19 anos é de 8 mg para mulheres e 11 mg para homens. Entre as principais fontes alimentares estão carne bovina, vísceras, frutos do mar, cereais integrais, leguminosas e leite.
Risco do excesso
Assim como a carência, o consumo exagerado de zinco também prejudica a homeostase do mineral e pode interferir na resposta imunológica.
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Além de proteger o organismo contra patógenos, o zinco participa de funções como desenvolvimento reprodutivo, divisão celular, crescimento e atividade antioxidante, reforçando a importância de níveis adequados na dieta.
Com informações de Webrun



