Montar uma refeição equilibrada exige mais do que contar calorias ou diminuir porções, afirma a coordenadora de Nutrição e Dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi. A especialista destaca que a prioridade deve ser a seleção de ingredientes com alta densidade nutricional.
O que não pode faltar no prato
Segundo Bassi, frutas, verduras, legumes, grãos integrais, carboidratos de boa qualidade, gorduras saudáveis e proteínas magras formam a base de um prato nutritivo. A quantidade desses itens deve ser ajustada de acordo com a fome, a rotina e as necessidades de cada pessoa.
Processados em excesso comprometem nutrientes
Alimentos minimamente processados concentram mais vitaminas, minerais e antioxidantes em poucas calorias. Já produtos com maior grau de processamento tendem a perder valor nutricional e ganhar aditivos químicos, açúcares e gorduras, fatores que, segundo a nutricionista, podem elevar o risco de doenças crônicas a longo prazo.
Combinações que potencializam a absorção
A combinação correta dos alimentos também interfere na biodisponibilidade dos nutrientes. Exemplos citados por Bassi incluem arroz com feijão, dupla que fornece proteína de melhor qualidade, e salada temperada com azeite de oliva, que facilita a absorção de vitaminas lipossolúveis. Variar cores e tipos de alimentos ao longo da semana ajuda a garantir amplo aporte de nutrientes e evita monotonia à mesa.
Imagem: Adobe Stock
Erros frequentes na busca por uma alimentação “fit”
Entre os equívocos mais comuns, a especialista lista o consumo exagerado de produtos rotulados como fitness, o corte desnecessário de grupos alimentares inteiros e o foco exclusivo na contagem de calorias. Para quem tem rotina apertada, Bassi sugere manter em casa ovos, frutas e legumes congelados, além de evitar estocar itens ricos em açúcar e gordura. Aprender a preparar refeições rápidas com alimentos in natura ou minimamente processados é, segundo ela, uma das maneiras mais eficazes de sustentar uma dieta equilibrada.
Com informações de Webrun



